À Pátria amada de todos nós!
Vamos dar um salve ao sete de setembro e para a celebração do dia da independência! Aos patriotas e nacionalistas de nosso país, que conservam o orgulho estupefado de nossa Nação Plural, este é o tempo de comemorar a Independência da Nação brasiliana. A data é marcada pela emancipação política da metrópole Portugal. A reflexão a ser feita, é de que devemos e deveríamos comemorar esta data com alegria e felicidade. Esta data deveria ser marcada pela independização do Brasil em relação à colonizadora nação imperial lusitana, porém sabe-se que não foi um processo simples e diversos problemas se seguiram… porém, a ideia aqui é tratar do nosso civilismo pátrio.
Sempre é tempo de exaltação, de honrar a pátria mãe, o teto imaginário de paredes fronteiriças sólidas e reconhecidas, as quais nos unem e nos identificam, lugar construído sobre os pilares étnicos e culturais dos mais diversos povos. Para um verdadeiro ufanista, necessário se faz reconhecer e ter orgulho, desde os nossos ancestrais indígenas, dos ancestrais europeus imigrantes colonizadores e dos ancestrais negros africanos, que vieram a contragosto para cá, mas que foram importantes para a construção da riqueza desta terra.
Todos os civistas devem ou deveriam ter este sentimento, de brio e de altivez plena à sua Pátria, de suas cores, de suas origens e de suas múltiplas características, e amplio, aconselhando que cada um, a sua maneira, deveria buscar saber de como se formou, das suas configurações, de sua História minimamente, para se envaidecer muito e contar aos seus compatriotas ou aos estrangeiros, de como ela é, das suas belezas, de suas potências e também de suas deficiências… reconhecê-las e viabilizar as múltiplas possibilidades de melhorias, para manter e ampliar a sua liberdade e independência.
Penso que, para um verdadeiro cidadão, necessário se faz empenhar-se e colaborar para que melhore, cresça e se desenvolva sempre, mas sem perder sua essência, que afinal, aqui é um lugar onde vive um povo diversificado, feliz e hospitaleiro, talvez o único do mundo onde seu adjetivo pátrio rima com trabalho, sejamos nós tarefeiros, sendo oleiros, carpinteiros, pedreiros, ferreiros… etc.. etc.. etc.. os oficineiros brasileiros… trabalhando firmes no propósito da ordem, do progresso e do amor, honrando desde àqueles que extraíram a madeira vermelha, incandescente e carmesim, chamada de “breazail”, ou o pau de fogo em brasa, logo abrasileirado para Brasil.A pauta aqui é a devoção ao berço nacional e deve estar acima de qualquer prelúdio de saudação, mesura e reverência às outras nações, apesar de todo o respeito e admiração que exista, nunca, jamais deve ser sobrepujado ou desmerecido o nosso sagrado pavilhão verde-amarelo, branco e azul-anil que a todos representa. Com o sentimento nacionalista a pleno, penso que conhecer e amar o seu lugar, com todas as suas peculiaridades e particularidades, respeitando as diferenças de uma plaga larga e continental, ostentosa gleba amada de todos nós, o legítimo e estimado patriotismo! Parabéns para TODA a Nação Brasileira!
Imagem: A Bandeira do Brasil https://www.gov.br/planalto/pt-br/conheca-a-presidencia/acervo/simbolos-nacionais/bandeira/bandeiragrande.jpg
Texto de Ramão Carvalho, Professor de História e Ativista Cultural para a Coluna JORNAL NOTICIÁRIO JN - Setembro/2021 - Ed. 271 - Pág. 08 COLUNISTAS.
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